9.5.12

Eu gosto quando se lêem comentários deste género (foi algo deixado no Twitter - vi através do site do Sapo), simplesmente porque não gostam e não sabem justificar o porquê do não gostarem.

 

"Se calhar precisávamos de algo do calibre da God Save the Queen dos Sex Pistols, em vez das merd**** dos Deolinda e do Boss AC".

 

Uma coisa é certa - gostando ou não gostando - é música actual, dois géneros de música bem diferentes, e que nas suas letras falam muito daquilo que nós sentimos, daquilo que nós vivemos e não conseguimos expressar!

 

link do postescrito por anid, às 18:24  opina à-vontade

Por estes dias mudamo-nos de casa. Uma casa maior e mais barata que é o que interessa.

Ficamos muito contentes com esta mudança, mas quando começamos a tratar das burocracias deparamo-nos com um problema de limites entre freguesias.

Então o que descobrimos através do nosso senhorio é que: a casa ficou registada numa freguesia, mas que o seu código postal pertence a outra. Dá-me mais jeito tratar de burocracias na primeira, mas como o código postal é que manda, quando for tirar o Cartão de Cidadão vou ter que ir para a segunda, até para votar!

 

Isto é o nosso País!!!

 

sinto-me:
link do postescrito por anid, às 13:01  opina à-vontade

11.3.12

Ontem à noite fizemos em casa de uns amigos o nosso primeiro jantar temático e optamos pelo mexicano. Depois de muita pesquisa, lá optamos por umas coisas simples. Arriscámos, inventámos e não saiu muito mal. Mesmo os mais cépticos, experimentaram e gostaram!

 

Ementa: Pico de Gallo e Guacamole (ambos podem ser usados como aperitivos, acompanhamentos e/ou molhos para os pratos principais) e tortillas chips (estas compramos feitas). Depois fizemos Tacos e Burritos de Chili de Carne e de Frango (compramos as tortillas já feitas, mas existem muitas receitas para sermos nós próprios a fazê-las). Além disso, ainda compramos um molho de tomate, doce e apimentado. Para a a sobremesa fizemos Mousse de Chocolate com Pimenta. Relativamente às bebidas, encontramos vinho mexicano (encontramo-lo no El Corte Ingles) e cerveja Corona e Desperados.

 

Foi um serão bastante agradável, pois partimos todos nesta aventura com o mesmo nível de conhecimento, ou seja, nenhum de nós sabia como fazer cozinha mexicana. Mas como todos ajudaram e contribuíram à sua maneira, acabou por correr bem e ansiámos para que chegue mais uma noite mexicana.

 

Aqui fica um link com a história da culinária mexicana e os seus costumes, mais umas ideias do que se pode fazer para o jantar.

 

Agora andamos indecisos com a nova opção: italiano (mas fugindo das pastas e das pizzas) ou então brasileiro... Ou então francês... Qual será?

 

link do postescrito por anid, às 18:55  opina à-vontade

6.2.12

 

Os funcionários públicos não são todos iguais já não é uma afirmação nova, pois todos nós sabemos exactamente qual é a realidade portuguesa.

Não deixa contudo de nos deixar revoltados - a mim deixa - que haja regras para uns e outras para outros.

 

A mais recente polémica (já para não falar daquela que foi o Natal e a Passagem de Ano) refere-se ao Carnaval. O Governo decretou que não iria haver tolerância de ponto nesta altura. Nada contra, apesar de já estarmos muito habituados a isso. A minha revolta prende-se ao facto de que já está definido que os funcionários públicos tenham que ir trabalhar neste dia, mas para os deputados isso só vai ficar definido no dia 15. Então como ficámos?

 

Para não acrescentar já o ridículo a que chegamos a esta 'desnecssária atrapalhada' segundo a Confederação Nacional das Associações de Pais pelas palavras de Albino Almeida, já que o Governo 'esqueceu-se' de alterar o calendário escolar e então a maioria das escolas vão estar a funcinar, mas sem alunos...

link do postescrito por anid, às 13:22  opina à-vontade

21.1.12

O que diz o Chinelo para a Barata:

- Ai se eu te pego, ai, ai se eu te pego...


E o que a Barata responde:

- Nossa, nossa assim você me mata...

 

(esta é a mais recente piada que recebi pelo telemóvel e já a recebi por duas vezes... esta canção está mesmo na moda!!!)

 

sinto-me:
link do postescrito por anid, às 13:47  opina à-vontade

20.1.12

 

Hoje de manhã tinha marcado no hospital público cá do sítio fazer colheita de análises e portanto lá fui eu.

 

Como estas fazem parte do meu processo da especialidade de Gastrenterologia (decorrente da Doença de Crohn como já tinha falado aqui), o pedido ficou lá no hospital aquando a minha consulta há mais de um mês, para as funcionárias da especialidade fazerem o devido encaminhamento. Ora, logo em sistema informático (supus eu!) ficou indicado o dia e a hora que eu devia comparecer e apenas escreveram isso na folha em que constava a data da próxima consulta que me tinha sido dada pela médica.

 

Ora, qual não é o meu espanto quando na sala de espera (funcionamento por senhas de forma rudimentar, pois a senha foi-me dada por um segurança e depois uma auxiliar foi chamar as pessoas presencialmente pelo número...) me pedem uma folha com a marcação. Expliquei à auxiliar exactamente aquilo que contei acima e como identificação minha entreguei-lhe de imediato um documento passado pela minha médica de gastro onde consta a minha isenção (funciona como cartão de utente), mas o que ela queria era o documento da minha consulta... ???

 

Antes de mais, achei muito curioso a forma como a senhora olhou para aquele documento que lhe entreguei, porque parecia que nunca tinha visto aquilo na vida dela (tinha a própria identificação do hospital) e nao o soube ler, pois supôs que o meu nome fosse imediatamente o primeiro onde dizia médico...

 

Adiante.

Como só lhe dei esse documento e a mulher já estava contrariada por atrapalhar a sua ordem de organização, respondeu-me: 'se não tem papel, então reze para que o seu processo esteja lá dentro'.

 

Mas o quê???? Em que país é que vivemos mesmo??? Pensei que o nosso sistema público já estivesse minimamente informatizado, mas pelos vistos não...

Esperem, ou está informatizado e estas auxiliares do século passado que não querem inovar, fingem que as coisas ainda funcionam como na década de 70 (ou outra qualquer...) e têm um gosto particular em dificultar as pessoas que vão lá... É que se não gostam de lá trabalhar, pelo menos dêem oportunidade a outro que queira...

 

É que o máximo que podia ter acontecido era eu ter-me enganado no dia da marcação, agora ela não aparecer marcada porque não lhe entreguei o talão da marcação quando não me deram???

 

Isto é mesmo um país de loucos!!!

 

 

sinto-me: deveras irritada!
link do postescrito por anid, às 16:33  opina à-vontade

18.1.12

Como muitos portugueses, passo mais tempo desempregada do que empregada e como tal regresso com alguma frequência aos sites de emprego e a outros sites.

 

É frustrante quando se procura ajuda para elaborar uma carta de apresentação de uma candidatura espontânea e quase todas elas começam:

 

'Terminei a minha licenciatura X no passado mês X. Assim sendo, é minha intenção... blá, blá, blá'

 

Será que quem escreve e disponibiliza estas cartas, não pensa que a actualidade nacional já não é a mesma? Muitos dos desempregados - e que têm licenciatura - já terminaram o curso há muito tempo (como eu) e está desempregada. Ora como começamos então a carta? E o que escrevemos quando simplesmente queremos uma oportunidade de emprego sem sermos esquisitos no cargo a desempenhar?

 

sinto-me:
link do postescrito por anid, às 14:16  cusquices (1) opina à-vontade

17.1.12

Como muitos portugueses, não sou grande conhecedora do cinema feito cá em Portugal, mas quando vejo um consigo, acho eu, analisar a sua qualidade ou não.

Nos próximos dois meses aqui na cidade onde moro, todas as semanas irá ser transmitido um filme nacional. A semana anterior vi o 'Amália - o filme', esta semana foi a vez de 'O estranho caso de Angélica', de Manoel de Oliveira, o nosso realizador com mais de um século de existência.

Em 2010 o filme figurou entre os 25 melhores filmes do ano eleitos pela revista New Yorker, tendo ficado em 8º lugar, mas para o primeiro filme de Manoel de Oliveira que vi devo dizer que não fiquei com a melhor impressão.

 

A história até podia ser interessante e até tem alguns pontos a mencionar, mas no geral achei um filme medíocre, tendo reparado que as pessoas na sala bocejavam com o passar da película...

Bem, adiante. A fotografia do filme essa é excelente e a música também está bem inserida, mas é apenas isso. Não tenho nada mais a acrescentar de positivo, os diálogos são fracos (por vezes surreais tal como li aqui) e os actores não mostram qualquer entusiasmo nas suas participações. Muitas cenas podiam ter sido retiradas de um momento de uma peça de teatro, dando-lhe um vazio enorme na construção do filme. É muito parado, as cenas não parecem desenvolver-se e os planos filmados são parcos. Uma cena que achei hilariante de tão má que foi encenada foi uma das cenas do fim, em que a personagem Isaac empurra o médico e depois cai para o lado...

Enfim, dava ao filme uma nota negativa.

 

Sinopse: Uma noite, Isaac, jovem fotógrafo e hóspede da pensão de Dona Rosa na Régua, é chamado com urgência por uma família abastada, para tirar o último retrato da filha, Angélica, uma jovem mulher que morreu logo após o casamento. Na casa, em luto, Isaac descobre Angélica e fica estupefacto com a sua beleza. Quando encosta o olho à lente a jovem parece voltar à vida, só para ele. Isaac apaixona-se instantaneamente por ela. A partir desse instante, Angélica irá assombrá-lo dia e noite, até à exaustão (Fonte: Sapo).

sinto-me:
link do postescrito por anid, às 19:44  opina à-vontade

16.1.12

Há dias fui ver o filme 'Amália' de 2008, do realizador Carlos Coelho da Silva, com Sandra Barata Belo no principal papel.

Mesmo para quem não goste de fado como estilo de música, aconselho vivamente que vejam este filme, pois este é um retrato sobre a nossa diva do fado, sobre Amália enquanto filha, irmã, mulher e esposa.

 

As duas primeiras imagens do filme decorrem em duas décadas diferentes: a primeira em 1974, dias depois do Revolução, no Coliseu de Lisboa, e a outra dez anos depois, num hotel em Nova-Iorque em que Amália aguarda notícias sobre a evolução da sua doença. Com imagens intermitentes do quarto do hotel, o filme mostra-nos inicialmente uma Amália pequena com gosto pela cantoria, muitas vezes rejeitada especialmente pela mãe, mas adorada por duas das suas irmãs, Aninhas (que morre aos 16 anos) e Celeste, que a acompanhará em muitos dos momentos da sua vida, depois uma jovem e uma mulher adulta que ama o fado e que só faz aquilo que quer (há referências no filme sobre isto).

 

Na minha opinião, o filme consegue-nos fazer sentir uma grande admiração pela mulher que ela era, concordando ou não com determinadas atitudes que Amália tomou ao longo da sua vida. Algo que me impressionou e que foi muito vincado no filme, foi que Amália era 'perseguida' pela Morte, tendo-se tentado suicidar por diversas vezes ao longo da sua vida, uma das quais em 1984, no quarto de hotel em Nova Iorque.

 

O filme não deixa, mediante algumas opiniões, de ser uma versão romanceada da vida da cantora, sendo que os familiares de Amália tentaram impedir a realização do filme e a própria estreia através de uma providência cautelar, à qual o tribunal deu parecer negativo.

 

Podem visitar esta página: 'http://www.vidaslusofonas.pt/amalia_rodrigues.htm'

 

De 1954 a 1984, são trinta anos em busca de um equilíbrio que escapa, de um amor que lhe foge, ao contrário do sucesso artístico, que a vai projectando como

uma vedeta mundial. É esse o núcleo de "Amália", um filme onde se revelarão algumas das histórias secretas da fadista, ao mesmo tem

po que se reconstituem os mais memoráveis momentos da sua carreira artística. Viver não lhe chegava. Cantando, chegou a todos.

 

sinto-me:
música: Perfeito Coração, Amália Rodrigues
link do postescrito por anid, às 16:14  opina à-vontade

20.5.11
Um turco pediu dinheiro emprestado a um judeu. Acontece que o turco gabava-se de nunca ter pago uma dívida sequer. Por outro lado, o judeu nunca havia perdido nenhum centavo em negócio nenhum.
Passa o tempo e o turco enrolando e fugindo do judeu e este na captura do turco. Até que um dia eles cruzaram-se no bar de um africano começaram uma discussão. O turco encurralado não encontrou outra saída, pegou num revólver encostou a própria cabeça e disse:
- Eu posso ir para o inferno, mas não pago esta dívida!
E puxou o gatilho, caindo morto no chão.
O Judeu não quis deixar por menos, pegou o revólver do chão, encostou em sua própria cabeça e disse:
- Eu vou receber esta dívida, nem que seja no inferno!
E puxou o gatilho, caindo morto no chão
O preto, que observava tudo, pegou o revólver do chão, encostou-o a sua cabeça e disse:
- Ah ah ah!...isto vai dar merda! Tenho que ir ver!
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link do postescrito por anid, às 19:32  opina à-vontade


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